Todos os posts de Memórias da Poesia Popular

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Sobre Memórias da Poesia Popular

Projeto (CNPq/PPGCI-UFPB) vinculado ao Grupo de Pesquisa Leitura, Organização, Representação, Produção e Uso da Informação, coordenado pela professora Dra. Maria Elizabeth Baltar Carneiro de Albuquerque, docente e pesquisadora do Programa de Pós-Graduação em Ciência da Informação da Universidade Federal da Paraíba.

Poeta Francisco de Assis Silva – Identificação

Nome: Francisco de Assis Silva

Pseudônimos: Chico de Assis; Chico Repentista

Poeta Francisco Barros Alves

Poeta Francisco Barros Alves – Produção literária

A chegada de Delfim Neto no inferno

A morte do Dr. Tancredo e o pranto do povo brasileiro

ABC das eleições diretas, da democracia e do socialismo

Em defesa da cachaça;

História de Damião Galdino, o paraibano que queria dar um jumento ao Papa

Poeta Francisco Barros Alves – Síntese biográfica

Filho ilustre de Mombaça no estado do Ceará, Francisco Barros Alves é um cordelista que exerce diversificadas atividades: jornalista, cronista, comentarista, taquígrafo, folclorista e poeta. Nasceu no Cedro (CE), radicado na zuna rural de Mombaça, e foi o “décimo sexto filho e único adotado de um casal sem estudo […]” (VIANA, 2011).

Barros Alves (como é mais conhecido) foi influenciado a criar o hábito da leitura pela irmã Tereza. Enquanto amante da tradição, no dia do folclorista, escreveu uma homenagem em seu blog, pôster que também indica o cordel de O Folclore Brasileiro, de Rouxinol do Rinaré.

Minha homenagem especial neste dia, aos poetas de cordel e aos cantadores que improvisam seus versos maravilhosos ao som da viola. Estes eu os considero os verdadeiros gênios da raça. Emociona-me profundamente ouvi-los cantar em desafio, desfiar suas canções melancólicas, enfrentarem-se em desafios em que o ataque verbal semelha uma trovada, uma tempestade de versos; e o raciocínio de cada um é um facho de luz rasgando os ares e iluminando a plateia como um relâmpago rasgando o firmamento. (ALVES, 2009)

O atuante poeta participa de diversas corporações, conforme indica seu minicurrículo publicado no site da Associação Nacional de Escritores (ANE): Academia Cearense de Hagiologia (ocupante da cadeira 19, cujo patrono é Santo Tomás de Aquino); Academia Cearense de Retórica; Academia Cedrense de Letras (ACL), onde ocupa a cadeira 9; Academia de Letras dos Municípios do Estado do Ceará (ALMECE), antiga Academia de Letras Municipais do Brasil – Seção do Ceará, participando do Conselho Fiscal no biênio 2010-2012 e é membro honorário como acadêmico por município, especificamente da cidade de Maracanaú (CE); Associação Nacional de Escritores; Círculo Monárquico do Ceará; Comissão Cearense de Folclore (CCF); Instituto Memória de Canindé; Movimento Parlamentarista Monárquico; Recta Ratio; Sociedade Brasileira de Estudos do Cangaço (SBEC); Sociedade Cearense de Geografia e História; e Sociedade dos Poetas e Escritores de Maracanaú (BARROS …, [20–]).

O escritor e jornalista, editor-chefe da revista Nordeste VinteUm,  Francisco Alves de Barros,  publicou ensaios e poesias. A produção que traz como tema o cordel: A Literatura de Cordel como Instrumento de Conscientização (Ensaio), em 1982, recebeu o prêmio Leonardo Mota de Folclore, concedido pela Secretaria de Cultura e Desporto do Estado do Ceará. A obra é indicada no guia de fontes sobre o cordel, etapa das discussões sobre metodologia para registro da literatura de cordel como patrimônio cultural brasileiro, intitulado Literatura de Cordel no Brasil: um inventário bibliográfico nacional.

Dimas Macedo, em seu blog Literatura, arte e direito, descreve e analisa o ensaio Cachaça, Cordel e Cantador (1991) de Alves de Barros, concluindo: “Trata-se de pesquisador de vasta formação humanística, forrado pelas leituras do clássico e do popular, cujos conhecimentos atestam a sua posição de cordelista maior e de intelectual que se eleva na cultura do Ceará, na atualidade” (MACEDO, 2012).

FONTES CONSULTADAS

ACADÊMICOS: Sócios Honorários e Diretoria 2016/17. In: Blog da ABRHAGI: academia brasileira de hagiologia. Disponível em:

<http://hagiologia.blogspot.com.br/p/academicos.html&gt;. Acesso em: 11 abr. 2017.

ALVES, Barros. Cachaça, cordel e cantador (a cachaça na poesia do povo – uma apologia). [S.l]: Ed. Natacha, 1991. 96 p.

ALVES, Francisco Barros. A literatura de cordel como instrumento de

conscientização. Fortaleza: Secretaria de Cultura, 1982.

BARROS Alves. In: Associação Nacional de Escritores. [S.l. :s.n]. [20–]. Disponível em: <http://www.anenet.com.br/barros-alves/&gt;. Acesso em: 10 abr. 2017.

GASPAR, Lúcia; BARBOSA, Virgínia; SANTOS, Saldanha dos. Literatura de cordel no Brasil: um inventário bibliográfico nacional. Recife: Fundação Joaquim Nabuco, 2013. Disponível em: <http://www.fundaj.gov.br/images/stories/literatura%20de%20cordel%20final%2023.9.2013%204%201.pdf&gt;. Aceso em: 12 abr. 2017.

MACEDO, Dimas. Barros Alves e a cultura popular. In: Dimas Macedo: Literatura, arte, direito. [S.l. : s.n.]. 1 out. 2012. Disponível em: <http://dimasmacedo.blogspot.com.br/2012/10/barros-alves-e-cultura-popular.html&gt;. Acesso em: 12 abr. 2017.

VIANA, Antônio. Biblioteca César Cals e o saber de Barros Alves. In: AVOL. [S.l. : s.n.]. 19 dez. 2011. Disponível em: <http://www.antonioviana.com.br/2009/site/coluna.php?id=5315&gt;. Acesso em 12 abr. 2017.

Poeta Francisco Barros Alves – Identificação

Nome: Francisco Barros Alves

Pseudônimo: Barros Alves

Poetisa Francisca Maria Cardoso de Oliveira – Produção literária

MANA. Crato. Evolução urbana e arquitetura: 1740 – 1960. Crato: Academia dos Cordelistas do Crato, 2008. Xilogravura de Carlos Henrique. 22 p.

Vingança bem bolada

No tempo da minha vó

O milho na culinária

Viva Gonzagão

Coisas que chateiam dentre outros

Poetisa Francisca Maria Cardoso de Oliveira – Síntese biográfica

Francisca Maria Cardoso de Oliveira, conhecida pelo apelido de Mana, nasceu e reside no Sítio Romualdo no Município do Crato, Ceará. Formada em pedagogia pela Faculdade de Filosofia do Crato. É reconhecida por sua literatura que a levou a galgar a imortalidade literária ao tornar-se Membro da Academia dos Cordelistas do Crato, onde ocupa a cadeira nº 11, que tem como patrono professor José Esmeraldo da Silva.

Em sua literatura popular, discorre sobre sua cidade natal, além de remeter-se à memória de outros poetas, a exemplo dos versos:

O Crato está relatado
No livro de Valdemar
Que pesquisando bastante
Tem muito pra nos mostrar
 
Duzentos e vinte anos
De uma fase embrionária
Que evoluiu e hoje
É quase tricentenária
 
Você de cabelos brancos
Vai recordar com certeza
E para a gente mais jovem
Esse livro é uma beleza!
 
Contém histórias e fatos
De um tempo que longe vai
Mas, pra muitos, foi agora
Do pensamento não sai.

FONTE CONSULTADA

FRANCISCA MARIA CARDOSO DE OLIVEIRA (MANA). Disponível em: <http://cordeldesaia.blogspot.com.br/2013/06/mulheres-autoras-na-cordelteca-memoria.html>. Acesso em 20 de agos. 2017.

Poetisa Francisca Maria Cardoso de Oliveira – Identificação

Nome: Francisca Maria Cardoso de Oliveira

Pseudônimo: Mana

Poeta Edgar Ramos de Alencar – Capas de Folhetos

Poeta Edgar Ramos de Alencar