Arquivo da categoria: Produção Literária

Poetisa Clotilde Santa Cruz Tavares – Síntese bibliográfica

Artista multíplice, a cordelista Clotilde Santa Cruz Tavares é escritora, atriz, dramaturga, folclorista, pesquisadora, violoncelista e médica. Paraibana de Campina Grande, tendo nascido no dia 14 de dezembro de 1947, sendo a filha mais velha do jornalista e poeta Nilo Tavares e Cleuza Santa Cruz Tavares (a Marquesa). Irmã do poeta e escritor Bráulio Tavares, de Pedro e Inês. (CLOTILDE…, [21–]; COSTA; 2004; SÓCIOS…, [21–]; TAVARES, [2008]; TAVARES, 2009).

Cursou o ensino médio na cidade Natal e em 1970 ingressou na Faculdade de Medicina da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN), aonde veio a ser professora, em 1976, um ano após sua colação de grau. (CLOTILDE…, [21–]; COSTA; 2004; SÓCIOS…, [21–]; TAVARES, [2008]; TAVARES, 2009).

Mestre em Nutrição em Saúde Pública pela Universidade Federal de Pernambuco (UFPE) em 1983. Especialista em Epidemiologia (1990) e fundadora do Núcleo de Estudos em Saúde Coletiva (NESC/UFRN). (CLOTILDE…, [21–]; COSTA; 2004; SÓCIOS…, [21–]; TAVARES, [2008]; TAVARES, 2009).

Apesar de todo seu cabedal na área de saúde, mas teatróloga e literata influente, dezessete anos depois, se transferiu para o Departamento de Artes do Centro de Ciências Humanas, Letras e Artes da UFRN, passando a lecionar disciplinas como Interpretação Teatral, Literatura Dramática e Folclore Brasileiro. (CLOTILDE…, [21–]; COSTA; 2004; SÓCIOS…, [21–]; TAVARES, [2008]; TAVARES, 2009).

No seu perfil no site do projeto de comunicação Umas & Outras, afirma:

[...] O Teatro, a Literatura e os estudos sobre cultura popular também
ocuparam lugar de destaque na minha vida, como atividade paralela.
A partir de 1993 passei a me dedicar exclusivamente às atividades
artísticas e intelectuais, transferindo-me do Departamento de Saúde
Coletiva e Nutrição da UFRN, onde ensinava desde 1976, para o
Departamento de Artes da mesma Universidade. Deixei de ensinar e
praticar Medicina. [...] (TAVARES, [21--]).

Quando estudante de medicina publicou seu primeiro folheto de cordel sendo a “terceira mulher mais antiga a escrever folhetos de cordel no Nordeste, fato documentado pela pesquisadora Fanka Santos” (SÓCIOS…, [21–]).

Em entrevista para pesquisadora Francisca Pereira dos Santos, conhecida como Fanka Santos, em janeiro de 2007, Clotilde contou:

[...] eu sempre gostei dos folhetos, em 74 eu escrevi um folheto
chamado A Humana Tragédia. Escrito pela escriba e poeta Clotilde
Tavares, poeta por profissão e doutora por circunstância, ai.... era nos
plantões, em 1974, a noite, quando não tinha muita coisa para fazer,
eu sempre tive dificuldade para dormir, ai eu escrevia estes negócios,
olhe só, ....então eu comecei a escrever um folheto sobre a arte da
medicina. (SANTOS, 2009, p. 173).

Fanka explica que a cordelista Clotilde Tavares está entre uma das principais poetisas popular que publicou folhetos na década 70, “sendo o primeiro lançado por iniciativa e interesse do seu pai, que mandou publicar uma tiragem de 500 exemplares, em formato grande, e distribuído entre os amigos” (SANTOS, 2009, p. 173).

Clotilde Tavares é membro de diversas instituições : Associação Estadual de Poetas Populares do Rio Grande do Norte (AEPP/RN), Conselho Consultivo da Sociedade Brasileira de Estudos do Cangaço  (SBEC/Mossoró/RN), Colégio Brasileiro de Genealogia (CBG), Comissão Estadual do Folclore do RN, Instituto Histórico e Geográfico do Cariri (IHGC), Instituto Norte-rio-grandense de Genealogia (INRG), Sociedade Brasileira de Autores Teatrais (SBAT) e do Instituto Paraibano de Genealogia e Heráldica (IPGH), neste último ocupando a cadeira de nº 2, cujo patrono é Olavo de Medeiros Filho. (CLOTILDE…, [21–]; COSTA; 2004; SÓCIOS…, [21–]; TAVARES, [2008]; TAVARES, 2009).

Atuante e dedicada à arte e cultura, desenvolveu vários projetos culturais, foi curadora literária de eventos, membro de comissões julgadoras e bancas examinadoras, conferencista, colunista, escritora, blogueira e coordenadora de listas de discussão, tudo envolvendo temas como teatro e cultura popular – cantoria de viola e literatura de cordel. (CLOTILDE…, [21–]; COSTA; 2004; SÓCIOS…, [21–]; TAVARES, [2008]; TAVARES, 2009).

Na esfera literária possui múltiplas obras. A título de exemplo apresentamos alguns, como as premiadas: Esperando Paulinho, conto contido no livro Cinco Contistas Potiguares (1975), premiado no Concurso Cinco Contistas Potiguares, promovido pela Fundação José Augusto e a novela A Botija (2000/2006), novela que recebeu o Prêmio Câmara Cascudo da Prefeitura Municipal de Natal. Clotilde Tavares também publicou: A agulha do desejo (Crônicas, 2003), A magia do cotidiano (ensaio, 1999;2005), Bilhetes de suicida (poemas, 1987), Coração Parahybano (crônicas, 2008), Iniciação à visão holística (ensaio, 1998), Natal, a Noiva do Sol (Literatura Infanto-Juvenil, 2005), O Clã Santa Cruz: genealogia e história (2007) e Um azul à tarde (crônica contida em Nossa cidade Natal-crônicas, 1984) (CLOTILDE…, [21–]; COSTA; 2004; SÓCIOS…, [21–]; TAVARES, [2008]; TAVARES, 2009).

O jornalista paraibano Evandro da Nóbrega retrata essa multiartista popular:

Esta Clotilde Tavares é mesmo uma danada. Apronta em todas. Não
se sabe onde arranja tanta energia para se tornar assim presente, quase
em simultâneo, nos mais diferentes, díspares e entre si longínquos
sítios e atividades. Agora mesmo, vimo-la, em João Pessoa, no
caleidoscópio de eventos que foi o XIII FENART ministrando aulas
teórico-práticas de Literatura de Cordel. Como? Não, não, minha
senhora! Clotilde não é poetisa de bancada, cordelista, cantadora de
versos de feira, não! Quer dizer: ela não é SÓ ISTO. Quando quer,
sim, transforma-se TAMBÉM em cultora & produtora (das boas!) de
versins de cordel. A ponto de há muitos anos ser professora desses
"versins" aqui, na Paraíba, no Rio Grande do Norte, em Pernambuco e
onde mais se fizerem necessários seus excelentes serviços de mestra
desenrolada e culta. (NÓBREGA, 2010).

A cultura popular nãoestá presente apenas na sua produção cordelística, como na novela A botija que apresenta uma narrativa origináriada cultural oral e nordestina, recheada das histórias ouvidas na infância como O Pavão misterioso. (SILVA; FLORES,2016). Na tese de Fanka Santos encontramos a explicação dacordelista de como se deu a produção do seu folheto A vida e a obra de Xico Santeiro: glória da nossa arte popular (1976).Durante a festa do lançamento do livro CincoContista Potiguares, a artista declamou uns versos de outro poeta quandoouviu um comentário de que naquele momento a Fundação José Augusto estava comum projeto para publicar cordéis e lamentava de que escritora não versejasse,quando ela afirmou que poetizava e ouviu como réplica ser o cordel coisa dehomem. Clotilte reafirmou que escrevia folhetos e ouviu a indicação do tema oícone da cultura popular norte-rio-grandense Chico Santeiro (SANTOS, 2009).

A vida e a obra de Xico Santeiro: glória da nossa arte popular
 
Neste momento importante
Peço a todos atenção
Pra celebrar um artista Famoso em toda nação
E prá louvar com beleza
Peço ao Pai da Natureza
Que me dê inspiração
 
Vou falar com correção
De um artista verdadeiro
Foi um mestre da escultura
Retratando em corpo inteiro
Toda a beleza que encerra
Os tipos da nossa terra
Deste Nordeste altaneiro
 
Joaquim Manoel de Oliveira
Era o nome verdadeiro
Mas ele tinha a um amigo
O Doutor Paulo Vieira
Que lhe deu esse apelido
Pelo qual ficou conhecido
O nosso Xico Santeiro
[...]

(TAVARES,1976)

FONTES CONSULTADAS

CLOTILDE Santa Cruz Tavares.[S.l. : s.n.] In: Clotilde Santa Cruz Tavares. [21–]. Disponível em:<http://www.news.clotildetavares.com.br/curricul.htm>. Acesso em: 25 out.2017.

COSTA, Gutenberg. Dicionário de poetas cordelistas do Rio Grande do Norte: a memória da literatura de cordel no Rio Grande do Norte. Natal: Queima Bucha, 2004.

NÓBREGA;Evandro da. Sobre Clotilde Santa Cruz Tavares. João Pessoa: Druzz. In: Druzz.29 maio 2010. Disponível em: <http://druzz.blogspot.com.br/2010/05/sobre-clotilde-santa-cruz-tavares.html>.Acesso em: 25 out. 2017.

SILVA, Jonh Kennedy Ferreirada; FLORES, Conceição. A botija: Cultura popular na novela de Clotilde Tavares.Revista MILBA, Garanhuns, v. 1, n. 1,2016. Disponível em: <http://www.journals.ufrpe.br/index.php/milba/article/view/824/751>.Acesso em: 25 out. 2017.

SÓCIOS titulares: ClotildeSanta Cruz Tavares. Rio de Janeiro: CBG. In: Colégio Brasileiro de Genealogia.[21–]. Disponível em: <http://www.cbg.org.br/novo/colegio/quadro-social/socios-titulares/clotilde-tavares>.Acesso em: 25 out. 2017.

TAVARES, Clotilde Santa Cruz. A vida e a obra de Xico Santeiro: glória da nossa arte popular.  Natal: Fundação José Augusto, 1976. 13 p.

TAVARES, Clotilde Santa Cruz.Quem sou?. [S.l. : s.n]. In: Umas & Outras. [21–]. Disponível em:<“>http://www.umaseoutras.com.br/about&gt;. Acesso em: 25 out. 2017.

TAVARES, Clotilde Santa Cruz. Teatro Alberto Maranhão: 100 anos de história. [Natal, RN]: [s.n.], [200-?]. 12 p.

TAVARES, Clotilde. [s.L.:S.N.]. In: CLOTILDE TAVARES: Curriculum vitae. [2008]. Disponível em:<http://www.clotildetavares.com.br/curriculo>. Acesso em: 25 out. 2017.

TAVARES, Clotilde. A marquesa. [S.l.: s.n.] In: Umas eoutras. 1 nov. 2009. Disponível em:<http://www.umaseoutras.com.br/tag/cleuza-santa-cruz-tavares>. Acessoem: 25 out. 2017.

Poeta Antônio Sena Alencar – Síntese biográfica

Natural de Assaré (CE), Antônio Sena Alencar nasceu em 28 de outubro de 1928. Filho de poeta, José Sena Alencar e de Dona Ana Maria Alencar, o cordelista Antônio Sena Alencar deixou a terra natal aos 10 anos, mudando-se para Balsas (MA) onde viveu até os 24 anos. Em 1952, mudou para outro município maranhense – Carolina e no mesmo ano seguiu para o estado de Goiás, onde se radicou. Foi no município de Filadélfia (GO) que Antônio Sena Alencar ingressou no Fisco Estadual. Casou-se com Desirée Souza Sena e teve sete filhos (BATISTA, 1976).

Repentista e cordelista, ele escreveu vários folhetos, todos em Goiás e publicados em São Paulo, pela Editora Prelúdio, a quem vendeu os direitos autorais (de 1959 a 1964) (BATISTA, 1976).

São doseu folheto O casamento do matuto solteirão estas estrofes:

Se o leitor nunca viu
Um palhaço do sertão
Analise este livrinho
Veja bem a sensação
Até é divertido
A vida e o casamento
Do matuto solteirão
 
Num recanto do sertão
Nasceu esse mandioqueiro
Onde criou-se isolado
Muito atrasado e grosseiro
Com vinte anos de idade
Nem tinha ido à cidade
Nem conhecia dinheiro
 
Chama-se Manoel
Nome que o fez cristão
Mas que pouco lhe servia
Este símbolo de ablução
Pois no meio onde vivia
Todo mundo o conhecia
Por matuto solteirão
 
Vivia o pobre matuto
Num casebre solitário
Em companhia da mãe
Sem recurso e sem salário
Ninguém ligava p'raêle
Fazia era troça dêle
No seu papel de otário
[...]
(ALENCAR, [19--?]b)

FONTES CONSULTADAS

ALENCAR, Antônio Sena. João das questões. São Paulo: Prelúdio, [19–?]a. 32 p.

ALENCAR, Antônio Sena. O casamento do matuto solteirão. São Paulo: Prelúdio, [19–?]b. 30 p.

ALENCAR, Antônio Sena. O preguiçoso que fêz pacto com o cão. São Paulo: Prelúdio, c1965. 31 p.

BATISTA, Paulo Nunes. Cordel em Goiás: Terceiro de uma série. Jornal O Popular, Goiânia, 15 fev. 1976. In: Centro Nacional de Folclore e Cultura Popular (CNFCP). Disponível em: <http://docvirt.com/docreader.net/DocReader.aspx?bib=cdu&pagfis=11246>. Acesso em: 21 ago. 2017.

Poeta Manoel Alves de Sousa – Produção literária

A “droga” é mesmo uma droga

A chegada de Tancredo no céu

A discussão de Fernando Galheira com Severino Cavalgadura

A falta que faz Rodolfo Cavalcante (co-autoria)

A farra dos marajás

A gravidade da gavidez masculina

A Guerra do Talibã

A morte de Chico Mendes deixou triste a Natureza

A tragédia da Challenger

A volta do galinho

Adeus a Nara Leão, a musa da Bossa Nova

Aiatolá Khomeini e outros carrascos modernos

Algumas sugestões contra a violência

As tragédias das enchentes

Constituição e Constituinte

Cordel de amor e saudade: Mário Vicente do Couto

Cruzado II – Um chute no saldo da classe média

Cruzeiro vai a nocaute com um cruzado da direita

Debate de Silvio “Chato” contra Roberto “Mafinho”

Defenda-se contra a Dengue

Defenda-se contra o Cólera

Drumond; o poeta de Itabira

Duelo no Deserto, A Guerra pelo Petróleo

EMATER – Rio EMATER – Araruama na literatura de cordel

Eu daqui, Você de lá, Guerra aqui, Guerra Acolá

Futebol e economia fracassos da teoria

Homenagem da ABLC a Patativa do Assaré (co-autoria)

João Hélio Fernandes vieites o pequeno mártir da paz (ou) carrascos do asfalto não mandam recado

João Vitor, menino e mártir

Lagoa de Araruama, conserve-a ou deixe-a

Missão

O Brasil é rei na copa mas não arruma a cozinha

O câncer do ministro

O Césio-137 e a salada de lixo á brasileira

O cometa de Halley

O pesadelo da casa imprópria

O petroleiro

O tarado da bandeira dois, ou caso do sexo compulsório

Peleja de Zé Sarney com Ulysses Guimarães

Quem vê cara não vê AIDS

Regina caça-fantasmas

Sabendo com quem andas, dirão quem tu AIDS

Sarney congela o verão com seu pacote pesado

Tim Lopes para sempre

Tsunamis: ondas assassinas

Vanessa é uma estrela e agora mora no céu

Veridiano Araújo e Carmosina e o amor ao teatro de bonecos.

Viverá eternamente Gonzaga o Rei do Baião

Poeta Francisco Sales Arêda – Produção Literária

A embolada da velha Chica

A Graça branca do bosque e o genio malassombrado

A Grande discussão de F. Sales com J. José

A mal-assombrada peleja de Francisco Sales com o Negro Visão

A Moça que dançou com uma caveira

A morte de Getulio Vargas

A Morte do cavalo Neve Branca e o triste fim do vaqueiro

A Pobresa em reboliço e os paus de arara do norte

A Profecia de uma carta misteriosa

A Sinistra morte de Aldo Moro

A Vida do Judeu Errante e os horrores do pecado

Aladim e Fatima ou a lampada maravilhosa Francisco Sales Arêda

As aventuras do amarelo João Cinzeiro papa onça

As Aventuras do doutor João Sem Estudo

As Aventuras do pescador João Sem Fé

As Presepadas de Pedro Malazarte

História de Olegário e Cristina

Historia dos 2 Compadres e os Ladrões da Pedra Mimosa

Jesus São Pedro e o ferreiro da maldição

João Besta e a jia da lagoa

José João e João José os 2 heróis sertanejos

O Chôro do leão e as piadas de fumanchú

O Coronel Mangangá e o seringueiro do norte

O encontro de Antônio Cobra Choca com o Sertanejo Valente

O Encontro de Manoel Mole com o negro Chico Duro

O Encontro do irmão do negrão do Paraná com o seringueiro do norte

O Exemplo de um ateu que atirou na imagem de São José

O Homem da vaca e o poder da fortuna

O Irmão do negrão

O Negrão do Paraná e o Seringueiro do Norte

O poder de satanás e a queda do invejoso

O príncipe João sem Medo e a Princesa da Ilha dos diamantes

O romance de João Besta com a jia da lagoa

O valentão do Norte

O Verdadeiro encontro de Antonio Cobra Choca com o sertanejo valente

O Homem da vaca e o poder da fortuna

O negrão do Paraná e o seringueiro do Norte

Os Herois do espaço e a conquista da lua

Os Horrores do incendio em Esperança

Os Prantos de Teixeirinha com o coração de Luto

Os três irmãos caçadores e o macaco da montanha

Peleja de Francisco Sales com Manoel Ferrerinha

Peleja de Francisco Sales com Maria das Dores

Roberto e os 4 amigos no castelo dos ladrões

Silvia Monteiro o soldado misterioso

Tipografia e Folhetaria Luzeiro do Norte

Um aviso de Frei Damião e os sinais do fim dos tempos

Vaquejada do Nordeste

Poeta José Carlos de Freitas – Produção literária

A garota de programa que se entregou a Jesus

A guerra de Zé contra os contrariados

A invasão dos ETs lá em Senhor do Bonfim

A mijada do baiano derruba o concreto armado

A mulher que virou homem pra libertar o Brasil!

A mulher trocou o marido por um computador

Carta do sofredor ao Prefeito de Salvador

Cordel da consciência

Cordel para a presidenta de um professor aflito

Fui roubado e não dei queixa pois sei que jeito não tem

Joaquim Barbosa, o herói que o Brasil necessita

Jorge Amado não morreu!

O homem que mija sentado dá mais prazer à mulher!

O jumento que entrou na faculdade!

O macumbeiro que falou com Deus!

O mundo vai acabar e eu vou sobreviver

O prazer que o peide dá!

Os pais já não podem dar mais palmadas nos seus filhos

Vão matar o velho Chico para regar o sertão!

Poeta Altair Leal – Produção literária

A história do homem que adorava comer bacon com feijões

A visita de Michael Jackson no céu

Água e preservação

Arrecifes em cordel

Cordel de combate à dengue

Cordel do leite materno: quem ama amamenta

Cordel, água e preservação

Falas do povo

Manias de pobre e sintomas de pobreza

Marginal Recife

Memorial Luiz Gonzaga

O rato, o elefante e a formiga: (cordel infantil)

Preservar para não faltar

Versos com sexo em anexo

Poeta Francisco de Souza Campos – Produção literária

Abelhas, morcegos e grilos sugando a humanidade é mesmo de fazer dó (José Soares e Francisco de Souza Campos)

As aventuras de Carlos e o Amor de Zulmirinha

As bravuras de Maria Jararaca

As bravuras de uma mulher sertaneja

As palhaçadas de Zé Pancinha

As palhaçadas do amigo da onça

Enfrentando a morte

Exemplo de Bandinha

História do filho de um advinhão

No país de tudo grande

O máscara do leopardo

O tempo bom foi embora

Os sonhos de um ladrão

Primeira Peleja de Francisco de Souza Campos com Adalgiso Carlos de Oliveira