Todos os posts de Memórias da Poesia Popular

Avatar de Desconhecido

Sobre Memórias da Poesia Popular

Projeto (CNPq/PPGCI-UFPB) vinculado ao Grupo de Pesquisa Leitura, Organização, Representação, Produção e Uso da Informação, coordenado pela professora Dra. Maria Elizabeth Baltar Carneiro de Albuquerque, docente e pesquisadora do Programa de Pós-Graduação em Ciência da Informação da Universidade Federal da Paraíba.

Poeta João Ferreira de Lima – Produção literária

A discussão de Antônio Eugênio com Rufino Fonseca

A discussão de Antônio Eugênio com História de Mariquinha e José de Sousa Leão

As proezas de João Grilo

Casamento de Chico Tingole com Maria Fumaça

Dois glosadores – Azulão e Borborema

Estória de Mariquinha e José de Souza Leão

A discussão de Antonio Eugenio com História de Mariquinha e José de Sousa Leão

O marco pernambucano

O pinto pelado

O pranto de Jovelina, a criança que morreu numa furna medonha

Peleja de João de Lima com Lino Pedra Azul

Peleja de João de Lima e João Athayde

Romance de José de Sousa Leão

Rufino Fonseca

Sermão profético do Padre Cícero Romão

Poeta João Ferreira de Lima – Identificação

Nome: João ferreira de Lima

Poeta Antônio Gonçalves da Silva – Produção literária

A Festa da Natureza

ABC do Nordeste Flagelado

Antonio Conselheiro

Aos Poetas Clássicos

Aqui tem coisa

As façanhas de João Mole

A Terra dos Posseiros de Deus

A Terra é Naturá

A Triste Partida

ABC do Nordeste flagelado

Balceiro

Brosogó, Militão e o Diabo

Caboclo Roceiro

Cante Lá, Que Eu Canto Cá

Cantos de Patativa

Dois Quadros

Emigração

Encontro de Patativa do Assaré com a alma de Zé Limeira o poeta do absurdo

Eu Quero

Filosofia de um trovador nordestino

Flores Murchas

Glosas sobre o comunismo

História de Abilio e o seu cachorro Jupi

História de Aladim e a Lâmpada maravilhosa

Inspinho e Fulô

Inspiração Nordestina

Linguagem dos Óio

Mãe Preta

Nordestino Sim, Nordestino Não

O bode de Miguel Boato

O Burro

O doutor raiz

O meu livro

O padre Henrique e o Dragão da maldade

O Peixe

O Poeta da Roça

O Sabiá e o Gavião

O Vaqueiro

Pau de arara do norte

Rogando pragas

Saudação ao Juazeiro do Norte

Vaca Estrela e Boi Fubá

Vicença e Sofia ou O castigo de mamãe

Poeta Antônio Gonçalves da Silva – Identificação

Nome: Antônio Gonçalves da Silva

Pseudônimo: Patativa do Assaré

Poeta Gonçalo Ferreira da Silva – Produção Literária

A briga de João Maluco no Largo do Boiadeiro

A briga do rapa com o camelô

A guerra final

A incrível traição da mulher do Ricardão

A mulher que deu tabaco na presença do marido

A queda de Saddam

A vida do Dr. Jean Louis Christinat: uma história de amor, luta e vitória

A vida do Papa João Paulo II

A vida do velho Barreiro

A violenta disputa de Maluf com Tancredo

Adeus, princesa Diana

Adriano e Lenira

As bravuras de Justino pelo amor de Terezinha

Biografia do autor

Brasil da Nova República, Farol do terceiro mundo

Briga do bispo Macedo com o diabo

Brizolão para Brizocão

Carta de Tancredo Neves aos Constituintes

Corisco: o sucessor de lampião

Demócrito: vida e obra

Discussão de Zé do tabaco com o doutor saúde

Discussão do macumbeiro e o crente

Disputa do português com o fiscal

Duelo de gigantes

Encontro de Cancão de Fogo com João Grilo

Exu: Cidade do diabo ou Sucursal do inferno

Faleceu Mané Garrincha

Fernando Henrique Cardoso, do exílio ao Planalto

Fim de um longo pontificado, morre João Paulo II

Foi exigência do povo o Lula na presidência

Huberto Rohden: vida e obra

Inglaterra e Argentina em guerra pelas Malvinas

Johann Guttenberg: vida e obra

Lá vem de Halley formado de gás, misterios e lendas

Lambada no inferno

Lampião: o capitão do cangaço

Lenda da Vitória Régia

Lenda do caipora

Mahatma Gandhi

Mena, madrinha dos poetas do Brasil

Meninos de rua e a chacina da Candelária

Meu nome é Soraya

Milagre na Cidade Santa

Milagres de Anastácia

Morreu Umberto Peregrino, sustentáculo da cultura popular

O Brasil inteiro chora a morte de Clara Nunes

O gênio Camões

O homem que não sabia que se chamava José

O maior médium do mundo morre nos braços do povo

O massacre de Eldorado dos Carajás

O monstro misterioso da Gruta de Ubajara

O perigo alado

O triunfo do amor de Valério e Violeta

O último e glorioso vôo, morre Patativa do Assaré

Peleja de Oscar Alho e Francisco Malagueta

Peleja do cego Aderaldo com Zé Pretinho

Reação americana ao atentado terrorista

Santa Glorinha Ribeiro

Santos Dumont, asas para o mundo

São Jorge, o santo guerreiro: nascimento, vida e morte

Sebastião, o homem forte do tronco da Ibiapaba

Sir Isaac Newton: vida e obra

Só quando o homem é homem faz o que Juarez fez

Tales de Mileto: vida e obra

Tragédia aérea mata Mamonas

Trigésimo aniversário da conquista da lua

Um grande exemplo de Jesus

Un ethnologue suisse ambassadeur des poètes populaires brésiliens

Zé Baiano, o ferrador de gente

Poeta Gonçalo Ferreira da Silva – Identificação

Nome: Gonçalo Ferreira da Silva

Poetisa Nezite Alencar – Síntese biográfica

Nezite Alencar

Nezite Alencar nasceu na microrregião da Chapada do Araripe, precisamente no sítio Olho D’água dos Guálteres, distrito de Quixariú, vinculado ao município Campos Sales – CE, cidade que guarda o túmulo de uma famosa Alencar, a heroína republicana Bárbara Pereira de Alencar, revolucionária da Revolução Pernambucana (1817) e da Confederação do Equador, mãe do político Tristão Gonçalves e avó do escritor José de Alencar.

A cordelista que ocupa a cadeira 21 da Academia dos Cordelistas do Crato (2006) é graduada em História pela Universidade Regional do Cariri (URCA), especialista em História do Brasil, conhecimentos que fundamentaram seus trabalhos, que compõem a coleção Cordel da Paulus: Canudos, o movimento e o massacre em cordel, Tiradentes e a Inconfidência Mineira e Afro-Brasil em cordel.

Autora do paradidático Cordel das Festas e Danças Populares (PAULUS, 2011), proporciona uma viagem cultural por meio de danças e ritmos que animam as festas populares brasileiras, como o carnaval, o carimbó, a capoeira, o samba e a ciranda, apresentando as contribuições africanas, indígenas e europeias na formação da identidade nacional.

Foi seu infantojuvenil, Juanito e o monstro marinho, que no ano anterior foi selecionado para o Prêmio Mais Cultura de Literatura de Cordel (2010), do Ministério da Cultura (MEC). Esta mesma obra compôs a Cesta Básica de Cultura e Conhecimento, lançada na Feira do Livro de Brasília.

O Projeto Cordel Engajado do Coletivo Camaradas contemplou o cordel Quem são esses camaradas? de Nezite; o referido projeto foi apoiado pelo  Prêmio Mais Cultura de Literatura de Cordel (2010), produzindo 21 mil cordéis para serem distribuídos em estabelecimentos de ensino e ONGs.

Quem são esses camaradas,
Da cultura defensores?
São estudantes, artistas,
Brincantes e professores,
São poetas cordelistas
E também pesquisadores.
Querem saber os senhores
Que faz o grupo, afinal?
Arte, estética, educação
E produção cultural;
A teoria marxista
É seu referencial.
No cenário nacional
É conhecido também,
Faz Política com P grande,
Coisa que ao povo convém,
Faz inclusão social
Sem discriminar ninguém.

 Tanto sucesso desta poetisa cordelista deve-se à sua precoce dedicação à poesia, pois ainda adolescente publicou seu primeiro livro, Em Forma de Coração (1987). Outra obra da autora é a Flor do Mato (poesia) em 2006.

FONTES CONSULTADAS

ALENCAR, Nezite. Quem são esses camaradas? In: CORDEL engajado: coletivo camaradas. Disponível em: <http://cordelengajado.blogspot.com.br/search/label/Quem%20s%C3%A3o%20esses%20Camaradas%3F%20%20Nezite%20Alencar>. Acesso em: 17 nov. 2014.

NEZITE Alencar. Dicionário básico de autores de cordel. In: CORDEL atemporal. Disponível em: <http://marcohaurelio.blogspot.com.br/2011/06/dicionario-basico-de-autores-de-cordel.html&gt>. Acesso em: 17 nov. 2014.

______. Dicionário básico de autores de cordel. In: CORDEL atemporal. Disponível em: <http://marcohaurelio.blogspot. com.br/2011/06/dicionario-basico-de-autores-de-cordel.html&gt>. Acesso em: 17 nov. 2014.

______. Grandes autores: dicionário básico de autores de cordel. In: CORDELIZANDO na net: o seu cordel virtual. Disponível em: <http://cordelizandonanet.blogspot.com.br/p/ grandes-autores.html&gt>.  Acesso em: 17 nov. 2014.

PINHEIRO, Elmano. Cariri presente na cesta básica de cultura e conhecimento. In: Chapada do Araripe. 13 out. 2010. Disponível em: <http://www.crato.org/chapadadoararipe/ ?p=29454>. Acesso em: 17 nov. 2014.

Poeta Natanael de Lima – Síntese biográfica

Natanael de Lima (11/01/1922)

Natanael de Lima nasceu aos 11 de janeiro de 1922, na então vila de Fagundes, no Planalto da Borborema na Serra do Bodopitá, atualmente cidade da região metropolitana de Campina Grande, Paraíba.

Este paraibano, de família pobre, começou a vida como um agricultor enfrentando a dura lida no cultivo da terra. Não teve acesso ao ensino formal e ainda jovem, aos 18 anos (1940), cantava emboladas, mas em 1942 comprou uma viola, influenciado pelo repentista Manoel Fabrício da Silva (Asa Branca), com quem formou dupla e ficaram conhecidos.

Aos 24 anos (1946), publicou seu primeiro livro, O Brasil em decadência, posteriormenteZuzu e Carmelita, Josino e Nestorina, João sem Direção, Genival e Belinha e muitos outros. Em seus cordéis, ele usava o acróstico NDELIMA.

Foi premiado em primeiro lugar cantando no programa Onde está o poeta, de Almirante (1950), na cidade do Rio de Janeiro, onde ganhou um prêmio, desafiando seis poetas cantadores na sala de espetáculo João Caetano.

Ao retornar à Paraíba, passou a trabalhar como carpinteiro, na construção civil, deixando de lado a poesia.

O falecido Natanael de Lima é citado no cordel de Marco Haurélio e João Gomes de Sá, intitulado O cordel: sua história, seus valores:

[…]
Citemos Antônio Eugênio,
Por dever e por estima,
O grande Apolônio Alves
E Natanael de Lima,
Que ao lado dos outros mestres
Estão no andar de cima.
[…].

Lançou folhetos pela Editora Luzeiro: O escravo fiel, O romance de João sem Direção, O ferreiro das três idades, deste últimos citamos uma estrofe.

Este é um drama lendário
Que baixou em minha mente
Não é história de amor
O caso é bem diferente
É a vida de um ferreiro
Que viveu antigamente.

FONTES CONSULTADAS

HAURÉLIO, Marco; SÁ, João Gomes de. O cordel: sua história, seus valores. In: ROUXINOL do Rinaré.

NATANAEL de Lima. Dicionário básico de autores de cordel. In: CORDEL Atemporal. Disponível em: <http://marcohaurelio.blogspot.com.br/2011/06/dicionario-basico-de-autores-de-cordel.html&gt>. Acesso em: 17 nov. 2014.

______. Grandes autores da Literatura de Cordel. In: RECANTO das letras. Disponível em: <http://www.recantodasletras.com.br/cordel/1482607&gt>. Acesso em: 17 nov. 2014.

______. In: PARAÍBA Criativa. Disponível em: <http://www.paraibacriativa.com.br/11019/natanael-de-lima-2.html&gt>. Acesso em: 17 nov. 2014.

Poeta Manoel Moreira Júnior – Síntese biográfica

Manoel Moreira Júnior (23/07/1961)

O poeta e músico cearense, Manoel Moreira Júnior, cujo sobrenome artístico – Moreira Acopiara, indica sua naturalidade, Acopiara, Ceará, desde 2005 ocupa a cadeira de número quatro da Academia Brasileira de Literatura de Cordel (ABLC).

Escritor profícuo, vivendo de sua obra e apaixonado por poesia popular, segundo Bezerra (2014) “hesita em assumir o título de cordelista. […] vê nas métricas do cordel uma limitação à escrita criativa”, por trabalhar com palavras, prefere emoldurar esta matéria-prima nos mais diversos estilos, porém não há como não vincularmos a ele a denominação, pois já publicou mais de cem cordéis, dentre eles Cordel em arte e versos (DUNA DUETO, 2008), que narra um pouco da história do cordel no Brasil, explica as linguagens do cordel e da xilogravura através de versos, apresentando a produção desse gênero literário, livro que em 2008 “foi um dos escolhidos pelo MEC para nutrir bibliotecas” (MINDRISZ, 2008), selecionado entre mais de dois mil inscritos no Programa Nacional Biblioteca da Escola, do Ministério da Educação e Cultura (MEC), incluído no gênero literário de cultura popular. Outros quatro livros do autor foram eleitos para compor o acervo do mesmo programa, outros três pela Secretaria de Educação de São Paulo, para a rede municipal de ensino da cidade e quatro títulos pela Secretaria de Educação da sua cidade natal.

O poeta e declamador que viveu no interior do Ceará, no Sítio Cantinho, até os 20 anos, vindo a radicar-se em Diadema, São Paulo, tem sido convidado para proferir palestras, ministrar oficinas e workshops sobre literatura de cordel, xilogravura e repente, em diversas regiões do Brasil.

A mãe, que era professora, não só alfabetizou Moreira, como desenvolveu o hábito de leitura do menino, apresentou-o a grandes autores, como Graciliano Ramos, Machado de Assis, Patativa do Assaré, entre outros. Dos livros aos cordéis, Moreira recebeu boas influências literárias.

Em parceria com cantadores sertanejos, como as duplas – Mococa e Paraíso (Fortuna Musical Edições – 2013), e Teodoro e Sampaio, Caju (in memoriam) e Castanha e pelo ator Jackson Antunes, suas músicas têm sido gravadas.

 FONTES CONSULTADAS

ACOPIARA, Moreira de. Do Diário do Grande ABC. 2010. In: MOREIRA Acopiara. Disponível em: <http://moreira acopiara.wordpress.com/&gt>. Acesso em: 17 nov. 2014.

BEZERRA, Leonardo. Os voos poéticos de Moreira de Acopiara. jan. 2014. In: DIÁRIO do Nordeste. Disponível em: <http://www.lindomarrodrigues.com/2014/01/os-voos-poeticos-de-moreira-de-acopiara.html&gt>. Acesso em: 17 nov. 2014.

MINDRISZ, Liora. Escritor de Diadema será lido por alunos de todo o País. 2008. In: ABCD Maior. Disponível em: <http://www.abcdmaior.com.br/noticia_exibir.php?noticia=9636&gt;>. Acesso em: 17 nov. 2014.

MOREIRA DE ACOPIARA. Dicionário básico de autores de cordel. In: CORDEL Atemporal. Disponível em: <http://marcohaurelio.blogspot.com.br/2011/06/dicionario-basico-de-autores-de-cordel.html&gt>. Acesso em: 17 nov. 2014.

Poeta Minelvino Francisco Silva – Síntese biográfica

Minelvino Francisco Silva (29/11/1926 – 29/11/1998)

Trovador, xilógrafo, fotógrafo e tipógrafo, Minelvino Francisco Silva, nasceu na fazenda Olhos D’água de Belém, localizada no povoado de Palmeiral, em Mundo Novo, Bahia, no dia 29 de novembro de 1926. Criado na cidade do ouro, Jacobina, Bahia, veio a ser garimpeiro. Posteriormente, mudou-se para Itabuna, Bahia (1948), como afirma em sua autobiografia:

“Chegando em Itabuna
Corajoso e muito afoito
Com cento e vinte mil réis
Que só dava pra o biscoito
Isto em 11 de Dezembro
Do ano de 48 (1948)”.

(SILVA, 1987, p. 9, citado por RODRIGUES, 2010, p.1)

 

Minelvino faleceu aos 72 anos (1998), no dia do seu aniversário, em Itabuna, Bahia, cidade em que se radicou e procurou homenagear os trovadores apresentando projeto à Câmara de Vereadores, dando a denominação de Rua dos Trovadores a uma de suas vias públicas; plano aprovado em 1956, pelo prefeito Francisco Ferreira da Silva, passou à antiga Avenida Itajuípe para denominação proposta. Rodrigues (2010) ainda pormenoriza que a “nomeação da rua se deu por conta das reuniões que aconteciam na residência do poeta popular com demais artistas: trovadores, violeiros e repentistas.” Pelo reconhecimento e direitos dos poetas populares, Minelvino também lutou para que os trovadores tivessem direito à aposentadoria.

Produtor profícuo de cordéis, escreveu aproximadamente 500 folhetos, vários deles lançados pela Editora Luzeiro.

Pinto (2014) afirma que o primeiro contato de Minelvino com a literatura de cordel foi com o clássico Pavão misterioso, vindo a versar sua primeira sextilha aos 22 anos, por ocasião do I Congresso Nacional de Trovadores e Violeiros (1955), dedicada a João Martins de Ataíde. Mas sua primeira publicação ocorreu 6 anos antes, em 1949, quando publicou  A enchente de Miguel Calmon e o desastre do trem de Água Baixa, editado pelo amigo, cordelista e editor de folhetos populares, Rodolfo Coelho Cavalcante.

Ganhador do concurso de Literatura de Cordel, promovido pelo Núcleo de Pesquisa e Cultura da Literatura de Cordel (1980) como parte das comemorações do centenário de João Martins de Ataíde, com o folheto Vida, profissão e morte, de João Martins de Ataíde.

FONTES CONSULTADAS

MINELVINO Francisco Silva. Dicionário básico de autores de cordel. In: CORDEL atemporal.  Disponível em: <http://marcohaurelio.blogspot.com.br/2011/06/dicionario-basico-de-autores-de-cordel.html&gt;>. Acesso em: 16 nov. 2014.

______. In: O NORDESTE: enciclopédia Nordeste. Disponível em: <enciclopediaNordeste/index.php?titulo=Minelvino+ Francisco+Silva<r=m&id_perso=1252>. Acesso em: 16 nov. 2014.

PINTO, Maria Rosário. Minelvino Francisco Silva. In: FUNDAÇÃO CASA DE RUI BARBOSA. Disponível em: <MinelvinoFrancisco/minelvinoFrancisco_biografia.html>. Acesso em: 16 nov. 2014.

RODRIGUES, Robson. Minelvino Francisco Silva: o olhar de um trovador sobre uma emergente região. In: SEMINÁRIO CULTURA E POLÍTICA NA PRIMEIRA REPÚBLICA: CAMPANHA CIVILISTA NA BAHIA, 2010. Ilhéus. Anais… Ilhéus: UESC, 2010.

SILVA, Minelvino Francisco. Os traços da minha vida . Itabuna, 1987.