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Poeta Cícero Vieira da Silva – Síntese biográfica

Cícero Vieira da Silva (31/05/1936  – 11/02/2008)

Nasceu no agreste paraibano, na cidade de Alagoa Nova, aos 31 de maio de 1936 e faleceu aos 72 anos em 11 de fevereiro de 2008, na cidade de Duque de Caxias, Rio de Janeiro. Iniciou suas aventuras literárias aos 16 anos, no ano de 1952, produzindo, aproximadamente, 30 romances para a Folhetaria Santos, de propriedade de Manoel Camilo, sediada em Campina Grande, Paraíba.

Mocó, como era conhecido Cícero Vieira da Silva, teve trabalhos reconhecidos e premiados.  Aos 22 anos, ele participou do Festival de Poetas Populares de Salvador, Bahia (1958) e ganhou medalha de ouro como o melhor glosador; e aos 48 anos ganhou prêmio no Concurso Leandro Gomes de Barros (1984).

Cícero escreveu O Sabiá da Jurema (2005).

Caros leitores e ouvintes
Vejam aqui este senhor.
Eu me chamo Sabiá,
O poeta sonhador
E ainda acredito
No homem que Deus criou.
Por estar acreditando
Venho a sua moradia
Também lhe peço atenção
Nesta minha poesia
E logo, logo saberão
De muitas coisas de valia.

[…]

Porque, como todos sabem,
Respeitar é uma missão
E o homem pra crescer
Precisa ser cidadão
Construindo e respeitando
Do pequeno ao grandalhão.
[…]

FONTES CONSULTADAS

CÍCERO Vieira da Silva. In: EDITORA Luzeiro: biografias de poetas. [S.l.: s.n., 20?]. Disponível em: . Acesso em: 07 nov. 2014.

______. In: HAURÉLIO, M. Cordel Atemporal: dicionário básico de autores de cordel. [S.l.: s.n., 20?]. Disponível em: <http://marcohaurelio.blogspot.com.br/2011/06/dicionario-basico-de-autores-de-cordel.html>. Acesso em: 07 nov. 2014.

SILVA, C. V. O sabiá da jurema. Baixio – CE: [s.n.], 2005. Disponível em: <http://www.projetocordel.com.br/autores/ sabiah.htm>. Acesso em: 07 nov. 2014.

Poeta Cícero Vieira da Silva – Produção Literária

A escrava nordestina

A filha de um pirata

A filha de um pirata entre a espada e a sorte.

A filha de uma mendiga na esquina do pecado

A morte do Presidente Getúlio Vargas

A sofredora do Bosque ou Uma noiva perdida

A vitória de uma Inocente

Discussão de Mocó e Azulão

Os martírios do nortista viajando para o Sul

Os olhos de dois amantes por cima da sepultura

Os sofrimentos de Elisa ou Os prantos de uma esposa

Um amor supliciado nas grades da detenção

Um cidadão generoso traído pela consorte