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Sobre Memórias da Poesia Popular

Projeto (CNPq/PPGCI-UFPB) vinculado ao Grupo de Pesquisa Leitura, Organização, Representação, Produção e Uso da Informação, coordenado pela professora Dra. Maria Elizabeth Baltar Carneiro de Albuquerque, docente e pesquisadora do Programa de Pós-Graduação em Ciência da Informação da Universidade Federal da Paraíba.

Poeta Cárlisson Borges Tenório Galdino – Produção literária

A concha mágica

A prosa de Vlad e Louis

A saga de um encanador

Asas negras

Baluarte alexandrino

Castelo gótico

Cordel da PIPA e da SOPA

Cordel da pirataria

Cordel digital

Cordel do BrOffice

Cordel do GNOME

Cordel do GNU/Linux

Cordel do software livre

Cordel dos aplicativos

Cordel quilombola

Desafio a Pedro Cevada

Despolítica Futebol Clube

Dil Má

Do livre e do grátis

Eleições e Internet

Estrangeiro nato

Miragem, a saga

Mister chip

O castelo de zumbis

O castelo do rei Falcão

O fantasma da ópera

O gênio

Os índios e o monstro do espaço

Palito amigo de Freud

Peleja de Pelé contra Roberto Carlos

Piratas e reis

Planeta dos vampiros

Presidentes e a memória do povo

Seu Papai Noel

Um conto no Oeste

Você tem os fontes também

Poeta Cárlisson Borges Tenório Galdino – Síntese biográfica

No dia 24 de abril de 1981 nascia o poeta alagoano Cárlisson Borges Tenório Galdino. Natural de Arapiraca, ele é membro efetivo da Academia Arapiraquense de Letras e Artes (ACALA), ocupando a cadeira 36, cujo patrono é João Ribeiro Lima (CADEIRAS, 2015; CÁRLISSON [2009?]; CÁRLISSON [20–]).

Filho do casal de professores Cícero Galdino dos Santos e Eunice Maria Borges Tenório Galdino, Cárlisson iniciou no universo cordelista com o trabalho Cordel do Software Livre (CADEIRAS, 2015; CÁRLISSON [2009?]; CÁRLISSON [20–]).

[...]
 
Começaram a escrever
Programas de um novo jeito
E aquele código-fonte
De novo é nosso direito
Permitindo qualquer uso
E toda forma de estudo
Tudo que queira ser feito
 
Mais e mais programadores
Essa idéia apoiaram
E o resultado disso
É maior do que esperavam
Tantos programas perfeitos
São por tanta gente feitos
De todo canto ajudaram
 
Programas feitos assim
Que nos deixam os mudar
Se chamam Softwares Livres
Mas há algo a acrescentar
Eles deixam ter mudança
Mas exigem por herança
Tais direitos repassar
 
Assim se eu uso um programa
Que me é interessante
Posso copiar pra você
Eles deixam, não se espante!
Eu posso modificar
E você, se desejar.
Podemos passar adiante
 
Pra nossa felicidade,
Há tanto programa assim
Que nem dá pra ver direito
Onde é o começo e o fim
Da lista de Softwares Livres
E há muita gente que vive
Com Software Livre sim
 
É Firefox, é Linux
É OpenOffice, é Apache
Pra programação, pra rede
Pra o que se procure, ache
Pra desenho, escritório
Para jogos, relatório
Pro que for, há um que se encaixe
 
E você, se não conhece
Não sabe o que tá perdendo
A chance de viver livre
Ouça o que estou lhe dizendo
Software Livre é forte
No Brasil, já é um Norte
Basta olhar, já estamos vendo
 
[...]
(GALDINO, 2006)

O irmão mais velho de Cleberson, Evelyn e Ellen, foi um leitor precoce, pois aos 8 anos leu a coleção de Monteiro Lobato. Se há relação entre leitura e produção textual, o leitor ávido passou a escritor. Bacharel em Ciência da Computação pela Universidade Federal de Alagoas (1998) e pós-graduado em Produção de Software com Ênfase em Software Livre pela Universidade Federal de Lavras, desde que conheceu o movimento social do software livre, passou a defendê-lo e divulgá-lo (CADEIRAS, 2015; CÁRLISSON [2009?]; CÁRLISSON [20–]). Conectado com o espaço virtual, o poeta disponibiliza sua produção em seu site – www.carlissongaldino.com.br, onde é possível encontrar 33 cordéis. A sua produção digital de diversos gêneros está disponível gratuitamente na livraria virtual (LIVROS …, 2006).

Em 2011, concedeu entrevista ao site de notícias da Universidade Federal de Alagoas, onde se graduou e hoje é servidor. Ao conversar com o jornalista Jhonathan Pino, sintetizou seus interesses e produção artística, citando Antônio Francisco como cordelista inspirador. Disse ele:

Minhas obras abordam vários mundos. Sempre gostei de criar e terminei criando vários mundos. Em alguns, iniciei uma formalização como ambientação para RPG. É o caso de Ases, que é uma ambientação contemporânea, mas com a volta da magia e dos deuses à Terra. Na poesia, gosto muito da forma: métrica e ritmo, principalmente. Por isso gostava tanto de clássicos (principalmente os sonetos de Camões), de Castro Alves… Agora voltado para o cordel, terminei me tornando fã do potiguar Antônio Francisco, que tive oportunidade de conhecer ano passado.

FONTES CONSULTADAS

CADEIRAS. In: ACALA. [S.l. : s.n.], 2015. Disponível em: <http://www.acala.org.br/stories/cadeiras.html&gt;. Acesso em: 14 abri. 2017.

CÁRLISSON Galdino. In: Arapiraca legal. [S.l. : s.n.], [2009?]. Disponível em: <https://arapiracalegal.wordpress.com/artistas-arapiraquenses/carlisson-galdino/&gt;. Acesso em: 13 abr. 2017.

CÁRLISSON Galdino. In: O nordeste. [S.l. : s.n.], [20–]. Disponível em: <http://www.onordeste.com/portal/carlisson-galdino/&gt;. Acesso em: 13 abr. 2017.

GALDINO, Cárlisson. Cordel do software livre. In: Cordeis.com. [S.l. : s.n.], 21 maio 2006. Disponível em: <http://www.carlissongaldino.com.br/cordel/cordel-do-software-livre&gt;. Acesso em: 13 abr. 2017.

LIVROS Digitais. In: Cordeis.com. [S.l. : s.n.], 21 maio 2006. Disponível em: <http://www.carlissongaldino.com.br/livros&gt;. Acesso em: 13 abr. 2017.

PINO, Jhonathan. Entre o romance, a poesia e o cordel: servidor se aventura na produção literária. In: Universidade Federal de Alagoas. [S.l. : s.n.], 11 jan. 2011. Disponível em: <http://www.ufal.edu.br/servidor/noticias/2011/01/entre-o-romance-a-poesia-e-o-cordel-servidor-se-aventura-na-producao-literaria&gt;. Acesso em: 14 abr. 2017.

SOBRE Mim: informática e software livre. In: Cordeis.com. [S.l. : s.n.], [20–]. Disponível em: http://www.carlissongaldino.com.br/pagina/sobre-mim. Acesso em: 13 abr. 2017.

Poeta Cárlisson Borges Tenório Galdino – Identificação

Nome: Cárlisson Borges Tenório Galdino

Poeta Cândido Simões Canela

Poeta Cândido Simões Canela – Produção literária

Seresteiro apaixonado

Ternos pingos de saudade

Lírica e humor do sertão Rebenta boi

Poeta Cândido Simões Canela – Síntese biográfica

Poeta trovador, “cantor da rua”, cordelista e compositor de música popular brasileira, Cândido Simões Canela, que usou o pseudônimo de Espiridião Santa Cruz, é natural de Montes Claros (MG), onde nasceu em 22 de agosto de 1910 e faleceu aos 82 anos, em 7 de março de 1993.  O filho de Antonio Canela e de Luzia Simões Canela viveu toda a infância na fazenda Vargem Grande. O escoteiro e seresteiro participou do movimento revolucionário de 1930 (AZEVEDO, 1978; CENTENÁRIO …, 2010).

Membro fundador da Academia Montes-clarense de Letras, ele é citado na obra Literatura Popular do Norte de Minas, de Teófilo de Azevedo, a qual apresenta Cândido Canela como um dos “[…] nomes mais expressivos da genuína literatura informativa, de cordel de Minas Gerais” (1978, p. 17).

À Praça Honorato Alves, mais conhecida como Praça da Santa Casa, Cândido Canela residiu com sua esposa Laurinda Prates de Souza Canela, com quem teve o filho, também poeta, Reivaldo Simões Canela (CÂNDIDO…, 2010; CENTENÁRIO…, 2010).

Frequentou a escola normal sendo o único homem da turma. O pedagogo não realizou o sonho do senhor Antônio Canela que desejava que o filho fosse médico. Mas Cândido foi um comunicador diversificado: radialista, jornalista e editor. Na década de 40, editou o jornal humorístico O Gangorra. Nos anos 50, dirigia e apresentava o programa Alma Cabocla, na ZYD-7, onde também se apresentou com Antônio Rodrigues, com quem formou a dupla caipira Chico Pitomba e Mané Juca. Foi jornalista colaborando por muitos anos na Gazeta do Norte e no Jornal Montes Claros (CENTENÁRIO…, 2010).

Espiridião Santa Cruz escreveu cartas publicadas na Gazeta do Norte, cuja prosa epistolar de um suposto montes-clarense, residente de São Paulo há mais de 30 anos, fez tanto sucesso, que muitos leitores afirmavam ter conhecido Esperidião (CENTENÁRIO…, 2010).

Cândido Canela foi tabelião do Cartório do 1º Ofício por quase 50 anos e vereador por dois mandatos de Montes Claros (CÂNDIDO …, [20–]; CENTENÁRIO …, 2010).

Humanista, representou as virtudes, como a honestidade, por meio da vida simples do homem do campo. Seus muitos poemas foram musicados pelo amigo e admirador Teófilo de Azevedo Filho, a exemplo de Saracurinha Três Potes e Ternos Pingos de Saudade. Com este último, foi vencedor, em primeiro lugar geral por melhor melodia, letra e interpretação, no I Festival de Música Sertaneja (1978) promovido pela Rádio Record de São Paulo. A primeira composição foi gravada pelas duplas caipiras Tonico e Tinoco e Pena Branca e Xavantinho (CÂNDIDO …, [20–]; CENTENÁRIO …, 2010).

Azevedo cita o escritor Nelson Viana que assim qualificou Cândido Canela: “É notável contista, cronista e poeta, filiado à escola de Catulo da Paixão Cearense” (AZEVEDO, 1978, p. 18).

Aborda a cultura popular em seus contos, causos e versos. Registrou escassez da energia elétrica em Montes Claros, agravada pela falta de chuvas em 1953, quando no mês de julho as águas do Rio Santa Marte baixaram:

E pode quem quiser chamar-me louco,
Mas a falta de luz me faz contente.
De que serve outra luz senão a lua,
Se vivo meu passado no presente?
 
De que serve outro céu senão aquele
Que cantei, quando moço, apaixonado?
De que serve outro céu senão aquele
De estrelas loiras todo pontilhado?
[…]
(AZEVEDO, 1978, p. 107)

Autor de Lírica e Humor do Sertão (1952) e Rebenta Boi (1958)

LÍRICA E HUMOR DO SERTÃO
Morena, bela, iscuta estes meus versos,
ouve, Cabocla, esta triste canção,
qu'eu iscrivi com a pena da sodade
e com a tinta roxa da paixão.
 
Inda se alembro da premera vez
qu'eu te incontrei na Igreja da Maiada,
inté pensei qui fosse a Virge Santa
quitava cá imbaxo ajueiada.
 
E foi ali, Caboca feiticera,
eu ti oiei, vancê tomém me oiou.
E nest'ora ganhei seu coração,
meu coração vancê tomem ganhou.
 
Nós dois se amemo quatro ano a fio,
nesta fazenda, aqui neste Sertão,
inté que um dia de infilicidade
trouxe pra nós triste disilusão.
 
E como a Pomba Juriti sodosa,
qui o caçadô matou s cumpanhera
varei o mundo a fora sem distino,
quage trint'ano quage a vida intera.
 
Sufri na Terra grandes disventura,
ai sempre percurando sempre ti isquecê,
mais cada dia e noite qui passava
mais eu quiria vortá pra vancê.
 
Aqui cheguei, Morena, nesta Terra,
Já tô de vorta, aqui neste Sertão,
véio acabado, fraco e sem dinhêro,
mais tenho novo ainda o coração.
 
Mais se vancê, Morena, inda quisé,
este caboco véio e sem valia,
abre esta porta e vem me abraçá,
pois eu ti quero mais do quiria.
 
E ela uviu estes meus versos triste
Esta viola, esta triste canção.
Abriu a porta e veio me abraçá,
e junto ao meu botou seu coração.
 
(CÂNDIDO..., 2010)
 
 
 
REBENTA BOI
 
O amor qui a gente teve
de moço fica guardado
pra toda vida no peito,
cum sete chaves trancado.
 
Sodade, frô da lembrança
matrera recordação,
qui todo mundo curtiva,
no vaso do coração.
 
O amor é qui nem pinga
que a gente mesmo lambica
quanto mais o tempo passa,
mais gostosa a pinga fica.
 
Não chore as ruga da face
o tempo é justo, ele é franco
consola com meu cabelo
todo pintado de branco.
 
(CÂNDIDO..., 2010)

FONTES CONSULTADAS

AZEVEDO, Téo. Literatura popular do norte de minas: a arte de jogar versos. São Paulo, SP: Globo, 1978. 128 p.

CÂNDIDO Canela – Poemas. [S.l. : s.n.]. In: Descortinando as letras. 28 jul. 2010. Disponível em: <http://descortinandoasletras.blogspot.com.br/2010/07/candido-canela-poemas.html&gt;. Acesso em: 27 set. 2017.

CÂNDIDO Canela. [S.l. : s.n.]. In: Dicionário Cravo Albin da Música Popular Brasileira.  [20–]. Disponível em: <http://dicionariompb.com.br/candido-canela&gt;. Acesso em: 27 set. 2017.

CENTENÁRIO de Cândido Canela. [S.l.: s.n.]. In: Descortinando as letras. 28 jul. 2010. Disponível em: <http://descortinandoasletras.blogspot.com.br/2010/07/centenario-de-candido-canela.html&gt;. Acesso em: 27 set. 2017.

Poeta Cândido Simões Canela – Identificação

Nome: Cândido Simões Canela

Pseudônimo: Espiridião Santa Cruz

Poeta Caio Pereira

Poeta Caio Pereira – Produção literária

1º duelo de improviso no face: Cairo x Nilson

A correção

A esperança do cordelista

A face do humilde                    

A musa

A saudade e o delírio

Aí canto tudo…

Alienados

Amiga

Amor

Ao poeta retórico

Ao poeta xucro de tapa

Broto

Calos e oração

Carrapicho

Cordel para uma presa

De cordelista para trovadora

Décima apaixonada

Desafio em galope: Cairo x Nilson

Duelo em 10 linhas

Dura mentora

Errantes

Fé no amor

Galope do jugo, julgo e dogmas

Galope esperançoso

Galopes de improviso

Homenagem aos cordelistas e ao cordel

Horror no restaurante de um motel

Índia

Julgo

Martelo agalopado – furor do meu chicote

Meu querer

Minha esposa

Minha flor

Modo de se ver

Mote: sou bem melhor do que tu

Necessidade

No galopar da saudade

Nomes e sobrenomes

O cantador

O governo, o patrão ou o nobre?

O meu sonho

O poeta

O teu aconchego é milagroso

Os poderes da nação

Parabéns!

Peia de improviso

Perdido

Prometo-te

Quando as flores caem

Quanto vale a tua vida?

Quem é essa mulé?

Raios de lembrança

Saudade de uma noite num sítio

Separação

Só uma brincadeira

Sonhando

Sonho alado

Sonho infactível

Tu tens deus

Ventos

Vi na vida e aprendi

Vida e crença

Vida hilota

Poeta Cairo Pereira – Síntese biográfica

Poeta paulistano, do bairro do Ipiranga, nasceu no dia 20 de junho 1980. Artista de talento plural vive em Poá no estado de São Paulo. Possui nove livros inéditos de poesia e dois romances eróticos. Não só já publicou seus poemas (Antologia Poética e no Boletim Salesiano, 2005), como foi premiado em terceira colocação no concurso de Ferraz de Vasconcelos (SP), realizado em 2003 (CAIRO …, 2009). Cairo Pereira navega na realidade virtual razão pela qual mantém seu próprio blog intitulado Com Sabor de Trufas, espaço onde expressa sua verve poética. Lá podemos ler Trova sobre Cachaça:

Se me der uma cachaça
tem que ser pinga da boa
que me faz sentir o massa,
que alegra toda pessoa.
(PEREIRA, 2016)

Cairo aponta uma amiga como incentivadora para produções poéticas, pois começou a escrever poemas ainda na adolescência, com 15 anos, quando a amiga leitora afirmou que deveria produzir mais poemas, pois havia gostado do que ele havia escrito (PEREIRA, [20–]). O artista heterônimo adotou mais duas personalidades, Mênfis Silva e Zé Roliço. Mênfis é o poeta erótico, crítico dos relacionamentos e poetizando sobre os vários tipos de amor: pérfido, puro, dionisíaco insano, etc. Impassível diante de traições e uma figura dramática dos romances eróticos: Mênfis e Mênfis entre a Utopia e a Realidade.

A verve poética popular de Cairo está presente na segunda personagem, Zé Roliço, poeta popular nordestino, crítico dos dispoetas, caçoando desses por meio do cordel (PEREIRA, [20–]).

O cordelista Cairo Pereira disponibiliza muitas das suas produções populares no site Recanto das Letras, ondemos podemos apreciar sua Homenagem aos Cordelistas e ao Cordel e De Cordelista para Trovadora.

Homenagem aos Cordelistas e ao Cordel
 
O texto sobre o matuto
que escreve como se fala
é o cordel: valia opala!
Será sempre o meu reduto.
É por isso que o fajuto
nunca vai ser como nós
cordelista que na voz
faz tal arte popular
para muitos agradar
e voar como albatroz.
(PEREIRA, 2010)
 
 
De Cordelista para Trovadora
 
No momento minha mana
eu virei um repentista:
tô contando a minha vida
mesmo sem ser colunista
e não ser nem afamado
em jornal ou em revista.
 
Eu não sei se é compromisso,
se é esta dor que aperta o peito,
ou sou eu que  sou poeta
por falar, pois, deste jeito
eu espero, juro, mana
que o porvir seja perfeito.
[…]
(PEREIRA, 2011)

FONTES CONSULTADAS

CAIRO Pereira. In: Balcão d’Arte. [S.l. : s.n.], [20–]. Disponível em: <http://www.balcaodarte.com.br/p/o-que-e.html&gt;. Acesso em: 23 abr. 2017.

PEREIRA, Cairo. De cordelista para trovadora. In Recanto das letras. [S.l. : s.n.], 28 jan. 2011. Disponível em: <http://www.recantodasletras.com.br/cordel/2758475&gt;. Acesso em: 23 abr. 2017.

PEREIRA, Cairo. Homenagem aos cordelistas e ao cordel. In Recanto das letras. [S.l. : s.n.], 07 fev. 2010. Disponível em: <http://www.recantodasletras.com.br/cordel/2074115&gt;. Acesso em: 23 abr. 2017.

PEREIRA, Cairo. Soneto braços e aletas. In: Balcão d’Arte. [S.l. :s.n.], 7 jan. 2009. Disponível em: <http://www.balcaodarte.com.br/2015/07/soneto-bracos-e-aletas-por-cairo-pereira.html?m=0&gt;. Acesso em: 23 abr. 2017.

PEREIRA, Cairo. Trova sobre cachaça. In: ______. Com sabor de frutas. [S.l. : s.n.], 6 jun. 2016. Disponível em: <http://comsabordetrufas.blogspot.com.br/2016/06/trova-sobre-cachaca.html&gt;. Acesso em: 23 abr. 2017.

PEREIRA, Ciro. Cairo Pereira: perfil. In. Recanto das letras. [S.l. : s.n.], [20–]. Disponível em: <http://www.recantodasletras.com.br/autor.php?id=53126&gt;. Acesso em: 23 abr. 2017.