Todos os posts de Memórias da Poesia Popular

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Sobre Memórias da Poesia Popular

Projeto (CNPq/PPGCI-UFPB) vinculado ao Grupo de Pesquisa Leitura, Organização, Representação, Produção e Uso da Informação, coordenado pela professora Dra. Maria Elizabeth Baltar Carneiro de Albuquerque, docente e pesquisadora do Programa de Pós-Graduação em Ciência da Informação da Universidade Federal da Paraíba.

Poeta Nailson Costa – Síntese biográfica

O santo-antoense Nailson Costa nasceu em Santo Antônio dos Lopes no estado do Maranhão em 11 de janeiro de 1974 e radicou-se em outro município maranhense, Pedreiras, quando tinha 5 anos. Autor de mais de 300 poesias, iniciou processo criativo poético aos 15 anos.

FONTES CONSULTADAS

NAILSON Costa: perfil. In: Recanto das Letras. [S.l. :s.n;], [20–]. Disponível em: <http://www.recantodasletras.com.br/autor.php?id=160466&gt;. Acesso em: 10 abr. 2017.

Poeta Nailson Costa – Identificação

Nome: Nailson Costa

Poetisa Maria Rosário de Fátima Pinto – Capas de Folhetos

Poetisa Maria Rosário de Fátima Pinto

Poetisa Maria Rosário de Fátima Pinto – Produção literária

A mulher e sua trilha

Catalogação de cordel

Fuxico de mulher (peleja virtual com Dalinha Catunda)

Laurinda Santos Lobo, a mecenas de Santa Teres

Nas asas do pavão misterioso: 90 anos de sucesso

Pedro e Luzia Reis, uma história de vida

O poeta e o folheteiro

Poetisa Maria Rosário de Fátima Pinto – Síntese biográfica

Maranhense de Bacabal, a cordelista Maria Rosário de Fátima Pinto é graduada em Letras pela Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC/RJ) e especialista em literatura de cordel.

Rosário Pinto ingressou na Academia Brasileira de Literatura de Cordel (ABLC) em 2001, ocupando a cadeira 18 cujo patrono é José Bernardo da Silva.

Como responsável pelo significativo acervo de cordel da Biblioteca Amadeu Amaral, do Centro Nacional de Folclore e Cultura Popular (CNFCP), construiu-se a compreensão de que o trabalho com tão rico acervo fez a poeta, mas Cláudia Marcia Ferreira, diretora do CNFCP, ao escrever a apresentação do primeiro folheto de Rosário, Catalogação de Cordel (2012), amplia este alicerce ao afirmar que: “Rosário traz na bagagem maranhense o gosto e o respeito pela narrativa oral.” A própria cordelista, na contracapa do seu terceiro folheto, intitulado Nas Asas do Pavão Misterioso: 90 anos de sucesso (2012), compartilha circunstâncias da vida que também forjaram sua verve poética:

A literatura popular me acompanha desde criança na figura de meu pai, leitor voraz de Zé da Luz, Catullo da Paixão Cearense, dentre tantos outros. Hoje me sinto à vontade para exibir meus versos e, certamente aberta às intervenções dos demais poetas, por quem criei afeto e admiração. A eles, agradeço o estímulo que tenho recebido.

O poeta popular Arievaldo Viana ao se reportar à acadêmica Rosário Pinto, exprimiu:

[…] de tanto lidar com folhetos acabou absorvendo a técnica e a inspiração própria dos poetas populares e vem despontando também como poeta. Ela dá sequência a uma tradição iniciada por Maria das Neves Pimentel, filha do poeta e editor Chagas Batista, reconhecidamente a primeira mulher a publicar folhetos de cordel. (PINTO, 2012)

Rosário Pinto teve a sua primeira produção cordelística classificada em 28º lugar no Prêmio Mais Cultura de 2011, Edital Patativa do Assaré:

CATALOGAÇÃO DE CORDEL
 
Caros amigos leitores
Venho aqui para explicar
Neste trabalho exaustivo
De quem vive a pesquisar
A maneira mais correta
De cordel, catalogar
 
Mas com verso de cordel
Há que ter muito cuidado
Se o cabra não for bom
Vai ficar atrapalhado
Escrever muita besteira
Ficar desarticulado
 
No Centro Nacional
De Cultura Popular
Acervo de cordel é
Referência singular
Poeta de toda parte
Vem aqui depositar
 
Seus folhetos de cordel
Para conosco gravar
A memória permanente
Da cultura popular
A Cordelteca respalda
A poesia popular
 
Em cordel, na informática
Da Amadeu Amaral
Dentro de nosso sistema
Código é dado especial
Local, então, nem se fala
É coisa fundamental
 
Nosso registro é fiel
A polêmica é autoral
O acróstico identifica
Título é fundamental
Cada qual dando notícia
Da história universal
 
[...]
(PINTO, 2012)

Autora de uma nova prática discursiva no domínio da poesia popular, com sua amiga cordelista, a também acadêmica da ABLC, Dalinha Catunda, desenvolveu uma peleja virtual intitulada Fuxico de Mulher (2011).

No espaço cibernético, Rosário coordena, junto com Dalinha, um blog orientado à cultura popular, Cordel de Saia. Rosário Pinto também mantém um blog pessoal, onde expõe suas produções, como o poema dedicado à árvore símbolo do Brasil: 

A BIODIVERSIDADE DOS IPÊS
 
O Ipê tem várias cores
Ilustrando seu encanto,
Com ele me emociono
Sua beleza, eu garanto,
É de pura poesia.
Traz sempre a alegria
Inspirando nosso canto
 
Os amarelos são fortuna
Não apenas de valor
Mas de algo mais profundo
Muito mais encantador
São aqueles que iluminam
E também que nos fascinam
Repletos de tanta flor
 
A cor rosa é primavera
Bela como uma aquarela
Das mulheres de Outubro
Que não caem em esparrela
Que cuidam de suas vidas
São guerreiras aguerridas
Fita rosa na lapela.
 
O branco nos traz a paz
O que todos precisamos
O ar puro que respiras
Transcendentes de seus ramos
Paz, harmonia e beleza.
Tem na flor toda a pureza
É o ar que respiramos.
 
Existem multicolores
São de flores germinadas.
Vindos de um mesmo ramo
Cores diversificadas.
Permanecem muito unidos
Bordados, juntos, cerzidos
Como gêmeos, bem grudados.
(PINTO, 2017)

FONTES CONSULTADAS

PINTO, Rosário. A biodiversidade dos ipês. [S.l : s.n.]. In: Rosário Pinto. 2 out. 2017. Disponível em: <http://rosarioecordel.blogspot.com.br/&gt;. Acesso em: 23 out. 2017.

PINTO, Maria Rosário. Catalogação de cordel. Rio de Janeiro: Academia Brasileira de Literatura de Cordel, 2012. 16p.

Poetisa Maria Rosário de Fátima Pinto – Identificação

Nome: Maria Rosário de Fátima Pinto

Pseudônimo: Rosário Pinto

Poetisa Maria Izabel Tenório de Albuquerque – Capas de Folhetos

Poetisa Maria Izabel Tenório de Albuquerque

Poetisa Maria Izabel Tenório de Albuquerque – Produção literária

Amizade

Cordel do amor

Cordelista da nação: Esperantivo

Cordelista da nação: Heliodoro Morais

Cordelista da nação: J. Ferreira

Cordelista da nação: Jerson Brito

Eternos amigos

Feliz aniversário Oliveira do Cordel

Feliz ano novo

Feliz Natal poetas e poetisas

Fim de tarde

Magia no olhar

Mutação

Quando o amor vai simbora

Recordações

Sonho delirante

Sonho virtual

Sou a luz do teu olhar

Triste solidão

Um bravo Tenório

Versinhos de cordel

Versos de cordel

Versos de cordel 3